Uma expedição na Cordilheira do Condor, no Equador, descobriu novas espécies de animais, como este sapo-ponta-de-flecha, do gênero 'Dendrobates', venenoso.


Uma expedição na Cordilheira do Condor, no Equador, descobriu novas espécies de animais, como este sapo-ponta-de-flecha, do gênero 'Dendrobates', venenoso.


http://www.pelosanimais.org.pt/assets/html/free_me.html
Este link tem imagens bastante fortes , espero que não me levem a mal em colocar aqui, mas é uma coisa que eu acho necessario divulgar pois para a mídia convencional não há muito interesse.
A mensagem que quero transmitir é que temos (nós humanos na minha opinião "a pior praga do planeta") de parar de fazer mal aos animais ou colaborar de alguma forma para isso. Obrigada pela atenção.
"Temos que ter mais respeito pelos animais,para podermos ser considerados seres humanos...porque até então somos apenas um animal irracional porém com grandes conhecimentos mas mesmo assim ignorantes."
"O homem é um animal com instintos
primários de sobrevivência. Por isso,
seu engenho desenvolveu-se primeiro
e a alma depois, e o progresso da ciência
está bem mais adiantado que seu
comportamento ético."
L.E.Rizzatto....
http://www.pelosanimais.org.pt/assets/html/free_me.html
Cada um tem uma 'referência' interna com que compara a ecolocalização dos outros.
Seria capaz de identificar uma pessoa no meio de um grupo que grita apenas uma mesma sílaba? Isso é o que os morcegos fazem, sendo capazes de diferenciar as ecolocalizações ultra-sónicas uns dos outros à medida que usam a sua para se deslocar e caçar. Segundo a equipa liderada pelo israelita Yossi Yovel, do Instituto de Ciência Weizmann, os morcegos-ratos-grandes (Myotis myotis) têm uma "referência" interna com que comparam as "vozes" dos outros morcegos.
Os cientistas fizeram um teste para o provar. "Cada morcego tinha de distinguir entre outros dois", explicou Yovel à BBC. "Treinámos o morcego A, fazendo-o ouvir o som do morcego B de um lado e do outro o do morcego C. Tinha de rastejar para o local de onde vinha o som correcto", indicou. Só nesse caso era recompensado com a sua comida favorita, uma minhoca.
"Na segunda fase do teste, os morcegos recebiam uma recompensa quer fossem para o lado correcto ou não. E, ainda assim, estavam certos 80% das vezes", acrescentou. "Os morcegos aprendiam a 'voz' escutando centenas de 'gritos' curtos, mas eram capazes de reconhecer um indivíduo com base num único 'grito'." A comunicação vocal é essencial, nomeadamente em animais noctívagos, como os morcegos. A descoberta pode explicar como se mantêm em grupo quando voam a alta velocidade.
Algumas aranhas se disfarçam, outras fingem estar sorrindo mas, ao mesmo tempo em que despertam minha curiosidade, TODAS me apavoram.
Há algum tempo atrás eu assisti um vídeo com dois exemplos de animais que se locomovem rolando e esse, parece ser o método de locomoção ideal para esta pequena aranha do deserto do Saara.
A aranha araneus rota aproveita os declives e a areia macia das dunas do deserto para “rolar” conseguindo alcançar velocidades de até 6km/h. Segundo especialistas, existem mais duas espécies de aranhas que utilizam essa forma de locomoção e eles afirmam que nenhuma delas estão fisicamente adaptadas para rolar e que essa “habilidade” surgiu da necessidade de economizar energia num ambiente inóspito com de temperaturas extremas.
Um estudo publicado na revista Animal Behaviour demonstrou que os animais selvagens, assim como os domésticos, têm rasgos de personalidade.
Um investigador da Estação Biológica de Doñana, no sul de Espanha, László Garamszegi, estudou os comportamentos de 41 machos papa-moscas, pequenos pássaros selvagens, quando confrontados com fêmeas da sua espécie.
A pesquisa é descrita pelo El País: após analisarem a forma como os machos cortejavam as fêmeas, colocaram uma folha branca de papel nos seus ninhos e verificaram que metade do grupo, por medo desta novidade, perdia o interesse no acasalamento.
Foram depois medidos os níveis de agressividade de cada macho: constatou-se que aqueles que tinham demonstrado medo pela existência da folha de papel tinham menor propensão para atacar. Para testar a vontade de lutar perante potenciais predadores, um indivíduo aproximava-se dos pássaros e aqueles que tinham tido medo do papel eram os primeiros a escapar; fugiam quando a pessoa se encontrava ainda a cerca de 20 metros de distância.
Finalmente, verificou-se ainda que os machos mais agressivos, em relação aos mais tímidos, tinham o dobro de probabilidade de ser capturados. Esta é a primeira vez que foi possível demonstrar que os pássaros selvagens podem ter diferenças de personalidade, um contributo que permitirá estudar com maior profundidade as pressões evolutivas que levam a comportamentos diferentes dos animais da mesma espécie.
Morreu há dez mil anos e desde então permaneceu intocada, enterrada no solo. Os seus restos foram agora descobertos por acaso, no decurso das obras de prolongamento de uma auto-estrada na região de Stromstad, na costa oeste da Suécia. Trata-se dos fósseis de uma baleia pré-histórica e já extinta, que paleontólogos suecos da universidade de Gotenburgo vão agora estudar.
Uma das curiosidades do achado prende-se com a possibilidade de estes fósseis poderem ser idênticos aos da baleia "Swedenborg". Esta baleia foi descrita no século XVIII pelo naturalista sueco Emmanuel Swedenborg, mas nunca se conseguiu confirmar a sua existência com base em fósseis. Daí o entusiasmo dos paleontólogos em relação a esta nova descobertas. Anteriores situações deste tipo não permitiram essa confirmação.
Pássaros migradores da família das toutinegras enfrentam o risco de ter de alongar até mais 400 quilómetros as suas viagens anuais entre a África e a Europa, por causa das alterações climáticas. As previsões são de especialistas ingleses e referem-se às últimas três décadas do século XXI. Uma espécie de toutinegra comum em Portugal está entre as ameaçadas.
As aves migradoras podem no futuro ter de fazer viagens até 400 quilómetros mais longas do que actualmente, no seu vaivém entre a Europa e a África, devido às alterações climáticas. Este é o resultado de um estudo que avaliou 17 espécies de aves canoras migradoras da família das toutinegras e que pela primeira vez demonstra esta possibilidade.
Uma destas aves é a toutinegra--de-barrete-preto (Sylvia atricapilla, de nome científico), um visitante comum em Portugal, entre a Primavera e o Outono.
O estudo, realizado por investigadores ingleses das universidades de Durham e de Cambridge, com a colaboração da BirdLife, é o primeiro a estimar esta possibilidade.
"Os nossos dados mostram que as longas maratonas migratórias de algumas aves vão tornar-se mais extensas ainda", o que são "más notícias" para alguns destes pequenos pássaros, afirmou o coordenador do estudo Stephen Willis, da Universidade de Durham, citado pela Science Daily.
As projecções realizadas pela equipa das universidades inglesas apontam para que nove das 17 espécies avaliadas tenham de enfrentar viagens mais longas nas últimas três décadas do século XXI.
"Estes pequenos pássaros fazem percursos incríveis, quase atingindo os limites de resistência. Tudo o que tornar essa jornadas mais longas e mais dependentes de pontos de paragem que são raros e vulneráveis, para descanso e alimentação, podem fazer a diferença entre a vida e a morte para estas aves", defendeu, por seu turno, o biólogo e investigador Rhys Green, da Universidade de Cambridge, co-autor do estudo.
De acordo com este especialista, já há evidências de que as aves migradoras estão neste momento a viajar mais para norte, na Europa, em busca das condições climáticas que lhes são mais favoráveis "tal como os modelos já previam".
Os novos dados, segundo o investigador da universidade de Cambridge, "colocarão uma nova pressão numa viagem já de si árdua". Parte das espécies avaliadas neste estudo têm de atravessar o deserto do Sara durante o seu percurso.
Estima-se que cerca de 500 milhões de aves migrem anualmente para a Europa e a Ásia, a partir do continente africano, percorrendo milhares de quilómetros entre um continente e os outros.
As aves da família das toutinegras que foram avaliadas nesta investigação pesam em média nove gramas. Nas suas migrações, chegam à Europa com a Primavera, para aproveitarem a abundância de insectos e o bom tempo. Partem para Sul no Outono, de novo em busca do calor.
......Quando vi esse vídeo pela primeira vez tive uma sensação estranha. E olha que já conhecia um jerboa.
......Os movimentos do bichinho faziam-no parecer um boneco ou algum tipo animação.
......Essa mistura de rato, pintinho e canguru é o pygmy jerboa, o menor roedor do mundo, uma espécie que só é encontrada Ásia e no norte da África.
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/c/c6/Jumping_Jerboa.jpg